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São Paulo, 22 de fevereiro de 2005
72° edição - Ano III
"A humanidade transformou-se em uma grande família, tanto que não podemos garantir a nossa própria prosperidade se não garantirmos a prosperidade de todos. Se você quer ser feliz, precisa resignar-se a ver os outros também felizes".
 
(Bertrand Russel)
 

Olá amigo (a),

Você já ouviu algumas destas reclamações?
"Não sai aumento de salário"; "Ninguém repõe os copos plásticos"; "Precisa haver um melhor remanejamento de folgas"; "Olha só o comportamento daquele colega ali"; "Faltam benefícios"; "Nesse lugar não há justiça!"
Bom, você notou alguma semelhança com sua empresa?
No dia da entrevista de emprego, alguns lavam até o chão se for preciso; falam de empreendedorismo e empregabilidade. No entanto, na primeira dificuldade inicia-se o processo "reclamativo".
Enfim, todos estamos sujeitos a trabalhar num lugar que não corresponda as nossas expectativas. Porém, reclamar não adianta, é preciso inteligência.
Uma pessoa que só reclama deixa de ser um profissional e passa à ser um chato de carteirinha. Um profissional que ficará engavetado na empresa até surgir uma oportunidade para descartá-lo.
Fique de olho e corra deles, não aceite convites para almoçar nem se sente muito próximo. Isso pega!
Leia minhas dicas e descubra como identificar um chato de carteirinha.

Um forte abraço e boa semana!

Débora Martins
Editora de conteúdo
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